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Anna brasileira, 52 anos,Casada com Valter, mãe do Pablo, do Tiago e da Camila, e a vovó mais feliz do mundo do Érick.
De bem com a vida, feliz por ser quem é. Pequenina, mas tenho um coração de mãe, sempre cabe mais um, pode chegar.
Adoro os meus amigos, e tenho muitos, basta dar uma olhadinha nos links aí do lado. E tem um detalhe, não são só esses. Tem muito mais.
LANÇAMENTO EM BREVE
MINHAS FOTOS
GENTE AMIGA
FALEI RECENTEMENTE
NOVO ENDEREÇO
PAZ NO MUNDO!
SOL E CERVEJA!
QUANTA FELICIDADE!
VACA VOADORA!
Presente da Meire. Obrigada linda, selo de Visitan...
MUITA ALEGRIA!
VOLTO LOGO.
AMIGAS DE INFÂNCIA!
QUASE TUDO NO LUGAR!
FALEI FAZ TEMPO
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HOJE E' DIA
MEU MURAL
NA RADIOLA
ESTOU FAZENDO




CRÉDITOS
Blogger
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Tipografia
Tirrena
Haloscan |
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!!!!
 A foto ficou meio desfocada, mas dá prá ver a nossa felicidade em estarmos juntos. As vezes quando nossa vida parece que já nos mostrou tudo, que a mesmice tomou conta de nossos dias, eis que chega alguém para mostrar que temos ainda muita alegria para viver. Muitos sorrisos virão, muita preocupação, muito carinho e muito, mas muito amor. Foi assim há oito anos, a nossa vida seguia uma rotina, que nos parecia nada mudaria. De repente chega o Érick, para nos mostrar que seria diferente. Nossa vida mudou tudo, virou de cabeça prá baixo, não estávamos preparados para recebê-lo, mas ele chegou, de mansinho, foi entrando em nossas vidas, foi se acomodando, foi tomando conta e espaço de nossos corações, porque veio prá ficar. Há oito anos, todos nós começamos a olhar a vida de forma diferente, a incluir uma pessoinha em todas as nossas atitudes. Porque desde então esta pessoinha, é sem dúvida a pessoa mais importante de nossas vidas. Hoje, feliz, dobro meus joelhos e agradeço a Deus, por ter me dado o privilégio, ou a graça de ser a sua avó. Agradeço, porque, meu coração sorri, quando você me abraça e me diz eu te amo, e você diz tanto isso. Érick, parabéns meu filho, que Deus ilumine sempre seu caminho, que todos os seus passos sejam dirigidos para a glória e para a vitória, sempre... Eu te amo, aliás nós te amamos. Eu, o vovô, o tio Pablo e o tio Guinho. Parabéns querido pelos seus oito aninhos, que muitos outros venham. Seja muito feliz, Seja totalmente feliz.
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HOJE É NOSSO DIA! VOVÓS....
Dia da Vóvó O Dia da Vovó ou dos Avós é uma daquelas datas que geram polêmica por conta das críticas dos que só vêem o lado comercial da comemoração. Mas ela é muito mais que isso. Celebrar o Dia dos Avós significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza. O papel simbólico desempenhado pelos avós é muito importante para a criança. Mesmo depois de mortos, costumam fazer parte das nossas, geralmente boas, lembranças da infância. Nem a morte os separa dos netos, pois eles continuam identificados à sua primeira infância. Ao contrário do que se pode pensar, os avós fazem muito mais do que mimar os netos. Muitas vezes eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes. Origem do dia - Comemora-se o Dia da Vovó em 26 de julho porque esse é o dia de Santa Ana, mãe de Maria e avó de Jesus Cristo. Conta a história que Ana e o marido, Joaquim, não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Ela teve uma menina quando já tinha idade avançada e a batizou de Maria. Autor: Juscelino Tanaka No dia 16/07, a amiga e vovó babona, Rosa publicou este lindo texto, no blog dela que havia recebido de uma outra amiga. Achei lindo e "surrupiei" e trouxe prá cá. A SENHORA JÁ É VOVÓ?
Artur da Távola
O neto é um filho com quem se relaciona sem ansiedade.
É suave, é bom, é benfazejo esse amar solto e compreensivo, sem a aflição e as dúvidas de quem educa diretamente, com os pais. Tudo isso em um tempo no qual já se está a compreender muito melhor a vida, a alma infantil, tendo aprendido a ler sutilezas de caráter e comportamento que os pais nem sempre percebem.
Ver e orientar sem que o neto se ressinta. E sem especiais compromissos com ter que acertar. Ah a maravilha de compreender a aflição de uma criança e saber aplacá-la com calma e doçura! E no entanto, toda essa sabedoria, superioridade e segurança dissipa-se no instante em que o neto ou neta nos devolvem alguma manifestação de amor ou gratidão. Derretemo-nos como sorvete num sol de 40 graus.
Os netos nos tornam filosóficos. Diante deles, suas brincadeiras e as marcas de semelhanças esparsas conosco ou outros ancestrais, que aos poucos vão ficando claras, medita-se sobre si mesmo, somos ainda mais gratos a nossos pais e avós, melhor compreendemos nosso papel nesta vida.
Cessam paixões e opiniões que ás vezes nos levam a discussões ou a defesas acentuadas de pontos de vista, tudo cessa diante do mistério da procriação ali patente, diante de nós e se infiltra na alma a suave sensação de missão biológica cumprida. O grande segredo da vida é a compreensão. Compreender é muito difícil. Em geral, interpomos as nossas crenças e opiniões entre nós e os outros, fechando-nos para esse novo que é receber o que nos chegue da vida sem classificar, com a alma aberta. A idade traz compreensão à custa de experiências vividas e sofridas. Difícil, com os netos é a dor que se mistura ao sabor da convivência, quando se vão para casa. A gente vê um bichinho daqueles amarrado na cadeira que fica no banco de trás do carro do filho. E o carro parte para um desconhecido onde existe uma cidade agressiva, um mundo de guerra e intolerância. E enquanto perdura o perfume de alma que os netos ou netas nos deixam, paradoxalmente a gente se sente muito mais só do que o habitual. Pululam pensamentos dolorosos quê fazer?- sobre se teremos ainda muitos anos com eles, podendo vê-los crescer, ou se alguma trama do destino nos espreita (ou a eles) para levar da vida antes da hora. Ah os netos! Quantas lições http://www.arturdatavola.blogger.com.br/2006_09_10_archive.html
Deixo aqui, minha homenagem à todas as vovós: Denise, Rosa, Márcia Clarinha, Clarice, Luci Lacey, e todas as demais que por ventura tenha me esquecido agora, mas que por aqui passarem, sintam-se abraçadas por mim. Eu sei que o melhor presente que ganhamos na maturidade, foi sem sombra de dúvida, o direito de sermos avós. Está aí o Érickinho, o que me faz derreter, como sorvete em calor de 40 graus. O motivo de grande parte da minha alegria de viver.
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CONVOCAÇÃO,VAMOS COLABORAR!
 Queridos amigos, acabei de vir do blog do amigo Eduardo, e encontrei lá esta bonita iniciativa de divulgação de uma passeata que será realizada no próximo domingo dia 29/07/07, e, São Paulo. Está aqui o trajeto da caminhada; (Domingo).Horário: 9horasRoteiro: SÃO PAULO - Saída: Monumento das Bandeiras (em frente aoParque Ibirapuera); segue em direção àAv. República do Líbano; Av.Indianópolis; Av. Moreira Guimarães até aAv. Washington Luís, em frente aoTerminal de Cargas da TAM EXPRESS. A sujestão é que se leve flores e use uma peça preta, talvez uma tarja apenas. E mais, o convite é para que ninguém voe no dia 18/08/07. No post do Eduardo, tem mais explicações. É só clicar no link, e conferir. É um convite queridos amigos, vamos colaborar. Em algum lugar, esse descaso e desrespeito terá de ser rompido. Se cada um de nós, usar seu espaço e divulgar, teremos forças.
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ELA É LINDA!
   Tinha que mostrar à vocês, este sobretudo fiz para Marília, que vestiu essa linda modelo, a Mali, filhotinha dela. Na semana passada, enviei para Belo Horizonte, e a Marília, comentou no blog dela que usou o mesmo para receber lá a Moniquinha Montone. Neste exato momento Mali está curtindo o frio de Buenos Aires, vestida com o casaco. Gosto muito do que faço, agora ver assim uma linda manequim usando o meu modelito, é ainda mais gratificante. Marília querida, obrigada pelas fotos e permissão para que eu mostrasse sua linda filhinha. Tem mais fotos novas no flicker, quem quiser ver, é só acessar. Bom domingo a todos.
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CARINHO!
  Recebemos ontem este mimo da querida Márcia Clarinha. Essa menina, que muitos de meus amigos conhecem, sabem de seu carinho com todos os blogueiros. Ela é a pessoa mais atenciosa que conheço. Não deixa ninguém sem retorno a uma visita que façam à ela. O livro, vale a pena ser lido, prá quem já a conhece vai encontrar nas suas páginas muita coisa que já viu no blog. Márcia é especial para os seus amigos, para sua família, enfim é uma pessoa, que vale a pena conhecer, para quem não teve ainda esse enorme prazer. Só para deixar com água na boca, vejam que lindo depoimento do seu amor, que está nas primeiras páginas do livro: A vida não basta ser vivida, tem que ser sonhada.Menina levada, de alma lavada, com tanto empenho, amor,desprendimento e talento, consegue a concretização de seu intento,a publicação do seu livro, que nada mais é do que a representaçãográfica de sua alma generosa no contexto literário.Parabéns Márcia, eu a reverencio.Tenho o maior orgulho e respeito por você.Sou seu fã incondicional.DadinhoMarcinha em seu livro, assim como em seu blog, muitas vezes usa as palavras por nós. Conseguimos nos identificar com a sua sensibilidade, porque é também a nossa. Sentimos todas as emoções que alí encontramos descritas. Diz exatamente aquilo que queríamos dizer, porque é uma artista, tem um dom, e usa esse dom brincando com as palavras. Coloquei o link dela no início do post, quem não a conhece, vale a pena conhecer, e para quem a conhece e queira adquirir o livro, no blog dela estão as indicações de como faze-lo. Márcinha querida, parabéns, o livro está um espetáculo, você bem merece que ele faça muito sucesso. Obrigada por seu carinho, e por ser a pessoa tão especial que é.
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SOLIDARIEDADE
 O momento é de nos juntarmos todos em oração, pela dor das familias que perderam seus entes queridos, em mais essa tragédia.
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INFÂNCIA! MUITO BOM.
 Hoje é dia de recordações. A minha infância, comum, normal, como da maior parte das pessoas. Muita brincadeira, e coisas sérias também. Claro, que nem sempre as coisas sérias eram por opção minha, mas elas existiam. O meu pai desde sempre rezava terços nas casas das pessoas. Prá que é católico, ou foi, sabe que isso se chamava o puxador. Ou seja ele puxava as orações, e os demais participantes respondiam as mesmas. Acontece que meu pai ficou surdo, quando eu ainda era muito pequenina, aliás foi perdendo a audição até ficar surdo completamente. As pessoas que acreditavam faziam sua promessas, ou agradecia algo, ação de graças, enfim, motivos não faltava para se mandar rezar um terço, e meu pai era chamado. Só que com o problema na audição, estava ficando difícil o ato de rezar, ou puxar, porque ele não escutava quando as pessoas respondiam as orações, portanto muitas vezes atropelava. Aiiii... sobrou prá quem rezar no lugar dele? Euzinha mesma. Ele do meu lado rezava os mistérios do terço, eu entrava com a parte de puxar, e o povo respondia. Agora vou confessar, eu detestava isso, tinha apenas seis anos, queria ficar lá no quintal brincando com as outras crianças e tinha que estar ali, dura feito estátua, por cinco mistérios, mais credo, mais salve rainha, e depois que aprendi a ler, ainda veio a ladainha, ufa!!!! Isso era coisa muito comum, aliás era a vida social daquele povo, que tinha tanta fé, que unia as famílias ao redor de um pequeno altar improvisado, que se pedia pela saúde, pela paz em família dos amigos. Era bonito isso. Hoje, confesso, ainda as vezes rezo o terço. Não com aquela frequência que fazia, mas hoje rezo por opção minha, quando sinto vontade, pela minha fé, e não recitar o terço, sem pensar no que estava fazendo, só para pagar promesas de outras pessoas. Aliás isso é um outro caso, as pessoas em sua ignorância, faz promessa para que outras cumpram. Isso já faz tanto tempo, mas as vezes é bom lembrar, era sim um tempo bom, tínhamos muita bondade no coração, muita pureza. Não existia essa competição que vemos hoje, esse salve-se quem puder.
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SEXUALIDADE NA IDADE ADULTA - COMPLEMENTO
 Bem, a princípio não havia pensado em fazer um quarto post sobre o assunto. Mas a nossa querida Marília, me pediu que abordasse ainda o assunto, pois achou que faltou ainda um dos lados da questão. Afinal, tratei aqui apenas de casos de relacionamentos de casais, da mudança que sofremos com o avançar da idade, olhando e analisando os dois lados, do homem e da mulher. Mas por esse comentário dela, e por outros amigos, que concordaram com ela, resolvi falar um pouco mais. O comentário: Aninha,miinha querida... Estou acompanhando seus post e os achei perfeitamente adequados, e as historias apresentadas me levam a conclusões semelhantes as do Mario, Yvonne e vc. mas..... acho que a sexualidade mesmo, não foi abordada. tratamos aqui de encontros e desencontros de casais, insatisfações e relacionamentos. entendo que a sexualidade na idade madura deveria passar também pelos caminhos mais diretos... tipo: a mulher mais velha tem mais ou menos prazer?, tem mais experiencia?, vive bem suas fantasias?... ter um só parceiro a vida toda é o ideal? viver o sexo com exuberancia , eu entendo,não é previlegio da juventude, então, acho que existem mulheres, que não são casadas, nem são infelizes, mas que encontram no preconceito social, uma grande barreira quando o assunto,ou a atividade é sexual... então, entendo que tem de haver o 4 post.... rssss bjos! marilia | Homepage | 07.10.07 - 2:05 pm | # Todos vocês já me conhecem e sabem que sempre que toco num determinado assunto aqui, ou é experiência própria, ou caso vividos por pessoas próximas, que conheço a questão.Me perdoem, mas não sei falar de outra forma, não consigo criar uma situação. Não sei fazer ficção.Então o caso de hoje, a pedido da Marília, falo da sexualidade da mulher madura, que não tem um companheiro fixo, não tem um parceiro único, não por que não queira, mas por estar ainda a procura do mesmo.Neusa, casou-se ainda jovem, teve apenas uma filha, mas o relacionbamento não deu certo, separou-se.Por muito tempo saía apenas para se divertir, porque a prioridade era criar sua filha.Com o passar do tempo, começou a pensar em arrumar um parceiro, juntar as escovas de dentes, e viver tranquilamente.Conheceu Adriano, um homem quinze anos mais velho. Juntaram-se, vieram morar no litoral.Compraram um barzinho, e os dois se revezavam no trabalho e atendimento no bar.Começam a surgir os primeiros problemas. Neusa está com 46 anos, Adriano com 61.Neusa tem sua sexualidade a todo vapor, um fogo que consome, está jovem, é bonita, uma mulher de porte grande, chama a atenção. Trabalha em contato direto com homens, afinal um boteco, quem frequenta?Adriano, já sente o peso da idade, vai bem mais lentamente, já não sente tanto desejo, e ainda prá estragar tudo, não consegue deixar de ser galinha.Um dia Neusa, vai visitar a filha na Capital, e lá mesmo recebe um telefonema que Adriano a trai, está com duas mulheres em casa.Volta no dia seguinte, quando chega, a casa está vazia, toda a despesa do mes, as mulheres levaram da despensa, embebedaram Adriano e o roubaram.Ela, claro, dá-lhe um belo pontapé.Fica sózinha cuidando do bar.Aí começa.Todos os homens que ali frequentam, caem em cima, sabendo de sua separação, como moscas varejeiras em cima de alimentos, o cheiro de carne, atraem homens casados, solteiros, separados, enfim, usando palavras dela, eles só enxergam uma "prexeca" disponível.As mulheres que conhecia e tinha uma certa amizade, a evitam, tem medo da competição, de perder seus maridos, que elas não sabem, mas está entre as varejeiras rodeando a comida.Ela sente desejos, já teve uma vida sexual ativa, portanto sente falta do que conhece.E, claro, começa a dar vazão aos seus desejos, experimenta um, depois outro.Saiu com um bom número deles, mas no fundo não é isso que quer. Não está feliz, quer um companheiro, que satisfaça seus desejos, mas que pudesse lhe dar amor. Ah! agora ela estava entendendo, ela queria também amor.Buscou, e parece que conseguiu.Está vivendo hoje com Maurício, uma figura, no mínimo estranho para a maioria das pessoas, ela é de porte grande, um mulherão, ele franzino, pequenino mesmo, mas segundo ela, por enquanto estou muito feliz. É esse pequeno homem que tem se revelado co toda grandeza de alma.Sei que tem casos de mulheres que são felizes, sem a companhia de um homem na sua casa, apenas na sua cama, mas não conheço nenhum exemplo para citar aqui, e como disse, não sei falar de ficção.O que acho realmente, talvez alguém tenha outra opinião, é que a mulher madura, tem sim muito mais prazer, talvez pelos motivos aqui já citados, pela tranquilidade, por já ter passado a fase mais corrida de sua vida, não sei com certeza os motivos, mas que o prazer existe, não tenho dúvidas.E você o que acha?
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SEXUALIDADE NA IDADE ADULTA - FINAL
 Bem finalizando esse assunto sobre a sexualidade na idade adulta, hoje vai um terceiro caso, que a meu ver é o mais comum, infelizmente. Recebí do amigo Mário, um comentário, em forma de análise dos comportamentos dos dois últimos casos que achei muito interessante, e resolvi mostrar aqui:
Pois bem, o terceiro caso de certa forma segue um pouco a linha de pensamento do Mário. Cito o caso de Edna e Tarcísio, que são íntimos e conheço bem a história , mas é a história de muitos casais, creio que a maioria. Sempre que converso com as pessoas, percebo que casos como de Edna são os mais comuns. Eles estão casados há 44 anos, o que existe entre eles já há alguns anos, é apenas carinho. Ela passou toda sua vida esperando que o marido "sossegasse" o facho, como ela diz. Nunca gostou do sexo, sempre amou o marido, fechou os olhos para não ver as inúmeras puladas de cerca de Tarcísio, e esperou... Esperou, e hoje se diz feliz, porque o marido está mais tranquilo hoje, já não a trai mais, portanto é só dela. Fico pensando então, nas diferenças, nas mudanças. Algumas mulheres despertam para o sexo, umas mais cedo, outras mais tardiamente, outras morrem sem descobrir o gosto de um bom envolvimento com seu parceiro. Eu particularmente credito isso à educação que tivemos. Mulheres não foram criadas para terem prazer, mas apenas para servir. Servir sempre. Se casada, servir ao marido, se prostituta servir ao macho que a procura, sem rosto, sem nome, sem nada, apenas servir. Conheço mulheres que confessam, nunca tiveram coragem de se tocar, de se masturbar. Qualquer contato físico consigo, bloqueia. Mas também conheço homens que mudaram o curso da história de vida deles, com carinho, amor e compreensão, foi despertando na companheira, a vontade de viver o novo, de trilhar por um outro caminho, que não fosse aquele da obtusidade. Mostrou que há muito a ser descoberto, e que essas descobertas muitas vezes são valiosas. E todas as pessoas deveriam ter o privilégio e o direito de conhecer tudo, de procurar uma mudança, acho que nisso reside a felidade também.
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SEXUALIDADE NA IDADE ADULTA II
Conforme havia prometido, iria contar uma outra história de sexo na maturidade. Isso apenas para mostrar as diferenças que já sabemos existir. Conheci Dalva há mais ou menos 32 anos. Uma grande amiga, que nos apoiou muito e esteve próxima em momentos difíceis. Ela tinha mais ou menos 53 ou 54 anos, e Luis seu marido por volta de 60 anos. Luis já estava aposentado, e perdera muito a saúde. Ela trabalhava em uma imobiliária, com seu sócio Valdir. Morava um tanto distante de nós, porém o trabalho era bem próximo. Descobrimos que ela e Valdir tinham um caso amoroso. Ela chegou em minha casa, e veio, mesmo sem que eu quisesse, dar explicações sobre o caso deles. Me contou que já há algum tempo Luis não conseguia satisfazer seus desejos sexuais. Havia se entregado aos problemas de saúde, e pouco a procurava. Ela fervia, e precisava de muito mais. Acabou caindo nos braços do sócio, e agora então amante. Este sim, um pouco mais jovem que ela, casado, e nos dias que estavam juntos, ela ia ao céu. Dele não queria nada, nada de separação de sua mulher, apenas sexo. Confesso que fiquei bastante chocada com o episódio na época, conhecia toda a família, e me sentia conivente e até cúmplice. Tanto Valdir quanto Luis eram nossos amigos, adoravam meu filho, que tinha na época apenas dois aninhos. Isso me incomodava. Estava casada há apenas três anos, e aquilo prá mim era incocebível. Não a julguei, achava que ela sabia da vida dela, e eu não tinha nada com isso. Dalva então me disse que havia passado anos de sua vida, sem se interessar por sexo, não gostava mesmo. E Luis a cobrava, não a ajudava em nada para melhorar, pelo contrário, a traía com qualquer mulher que encontrasse e pudesse, e se reclamasse o mesmo dizia que não podia viver sem sexo, e que iria procurar em qualquer antro aquilo que não tinha em casa. Sofreu muito com as traições dele. Mas um dia as coisas mudaram, os filhos já criados, foi trabalhar fora, ver pessoas, ter contato com elas, e todo seu corpo foi mudando. Começou a cuidar melhor de sua aparência. Sempre que chegava em casa procurava por Luis, queria fazer sexo em qualquer hora, estavam sózinhos, mas ele sempre com dor de cabeça, ou outra dor qualquer, dizia não! Foi então que ela me disse que não sentia nenhuma culpa, estava fazendo exatamente o que ele sempre fez, precisava de sexo, e estava encontrando ao lado de Valdir, mas que poderia ser outro.
No primeiro caso, eles encontraram o equilíbrio entre o casal, estão felizes.
Neste caso, não houve equilíbrio, ela foi buscar satisfação, porque ao chegar na idade madura, mudou, queria sexo, e o marido já não a acompanhava. Estão vivos e juntos até hoje, só não soube mais o que aconteceu entre eles, estamos um tanto distantes. Talvez hoje, com minha maturidade, até entendesse melhor o caso de Dalva, mas confesso que na época, foi duro de engulir. Embora continue não concordando com o método usado. Eu particularmente aposto na fidelidade, ou então a separação. Acho menos doloroso que a traição.
Ainda tem um outro caso sobre a sexualidade, de um outro lado ainda. isto para próxima semana.
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PRODUÇÃO DO DIA
  Essa foi a produção do dia. Duas meias calça, depois de meio dia perdido no médico. Consulta de rotina, para avaliação de exames. Felizmente está tudo bem. Pressão arterial boa, colesterol em ótima situação, com direito à suspensão de medicamento. Peso controlado, não saio dos 48 kgs. Enfim, a falta de postagem é mesmo só por falta de tempo. Hoje fiquei muito feliz, depois de cheguei do médico, estava terminando de fazer o almoço, recebemos uma ligação da Marília, conversamos bastante, e eu fiquei radiante, adoro a Marília e todos os meus amigos.
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SEXUALIDADE NA IDADE ADULTA.
  Já falei aqui, sobre as diferenças entre as pessoas. Entre tantas outras, o que sabemos existir, é a diferença no gosto, vontade e disponibilidade para o sexo. Mas a pergunta é: O que faz as mudanças no comportamento de um casal? Olga e Carlos estão casados há 42 anos. Já passaram por situações diversas. Da luta pela sobrevivência, a quase fome, o desespero em algumas situações em pensar, para onde iriam, pois não tinham como pagar o aluguel, e sabiam seriam colocados prá fora da casa onde estavam morando. Tiveram também bons e belos momentos, em que a situação financeira já bem melhor, mais acomodada, se permitiram algumas pequenas viagens, passeios, enfim, viveram intensamente. O único e não tão pequeno detalhe era o sexo. Por anos a fio, Olga, foi simplesmente a esposa, fazia sexo com o marido, e só com ele, apenas por obrigação. Sua mãe havia ensinado, que mulher tem que "servir" ao marido. Viviam bem, com muito amor, mas Olga não via a hora, em que o marido sossegasse, "abaixasse o facho", uma expressão que ela gostava de usar. Mas Carlos, tinha muito fogo prá queimar, estava aparentemente longe desse sossego. Pois bem, um dia chega a mudança. Olga começa já por volta dos 45 anos, a gostar de sexo, a fazer amor com seu marido e a querer mais e mais. Já num período tranquilo de suas vidas, não tinha hora marcada. Podia ser, entre uma atividade e outra, às 9 da manhã, ou às 4 da tarde, à meia noite, ou ainda acordando às 2 da manhã, qualquer hora era bem vindo. Ela dizia que podia repetir uma boa transa, dez minutos depois da última, ou podia fazer de uma relação duradoura e prazerosa. O que ocorre aí, é que Carlos, já com mais de cinquenta anos, tinha que fazer um grande esforço, para satisfazer Olga, eles foram mudando em sentidos opostos. Não que ele não quisesse mais sexo, mas não tinha mais a força que ela demonstrava. Costumava dizer a ela: Me dê um tempo, não sou mais o garoto que você conheceu. Carlos se esforçava muito para não deixar Olga sentir falta, amava sua mulher, ainda a desejava, as vezes até se surpreendia, ao olhá-la, e ve-la tão linda em sua maturidade, olhar sua curvas, e como ele dizia: estou tendo um mal pensamento. E realmente, a satisfazia, mas como ele dizia, com grande esforço, pois a mulher mudara, e muito. Nenhum dos dois sabia onde tinha acontecido aquela mudança, em que momento exato, se é que existe este exato momento. Mas a mudança houve. Na verdade os dois estavam felizes com essa mudança, mas a dúvida permanecia, o que faz essa mudanças? Seria apenas física? Seria psicológica? Atentem bem para o fato: Olga mudou, ou Carlos teria mudado? Porque toda essa mudança ocorrera alí mesmo dentro de seu casamento, ela não conhecera outro homem. O mesmo homem que durante anos não mexia com sua sexualidade, de repente, a satisfazia, e ela o queria mais e sempre. Para não estender muito, volto num próximo post a falar de outro exemplo, também envolvendo a sexualidade, mas de outro ângulo. Bom, agora preciso falar das votações que tive. Delicadamente, mais uma vez fui agraciada por amigos queridos com a votação das 7 maravilhas. Obrigada queridos Mário, Cris, Marília e Yvone. Tenho que indicar sete maravilhas. Vai lá: MegLordMeireElenaPattyMárcia ClarinhaDO
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"Aninha: interessante o paralelo que você traça entre dois casais. Olga e Carlos amadureceram e se adaptaram; Dalva e Luís escolheram caminhos semelhantes em momentos distintos. Faz pensar a respeito do móvel dessas ações. A meu ver: Olga e Carlos se amam; Dalva e Luís se suportam.
Via de regra concebemos a satisfação sexual como o forte atrativo de outra relação mais importante: a união de duas pessoas sob o mesmo teto. O mundo prega isso a todo instante. Defende a insaciável busca pelo prazer pleno. Será mesmo assim?
Por instantes, veja com os meus olhos. Dalva nunca amou verdadeiramente a Luís, criou um vínculo de aparência e suportou a necessidade sexual dele, tal qual aprendera em casa. Um dia despertou para o mundo, já livre das obrigações domésticas que a amarravam aos protocolos. Notou-se mulher, perfumou-se, admirou-se ao constatar sua potencialidade em beleza física e deu aquele trato na embalagem. Para não violar o ensinamento materno, buscou primeiro a satisfação sexual junto ao esposo. Percebeu que ele realmente não a desejava. Olhou ao redor e descobriu quem a desejava como mulher, sem vínculos, por óbvio. Mais uma vez sem amor porque amar não faz parte do modus operandi da mente dela. Sentiu prazer. Gostou. Manteve-se assim. Dupla felicidade: tesão e vingança desferida diretamente contra o marido que sempre a traiu descaradamente. Interessante.
Já o casal Olga e Carlos estão mergulhados em outro universo. Conhecem o amor, a vida não lhes deu muita trégua, como, aliás, nunca dá àqueles que não dispõem de posses materiais imediatas e trabalham para alcançarem alguma estabilidade financeira. No entanto, amor sempre existiu.
Questão básica: qual o objetivo do "casamento"? Satisfação sexual absoluta ou todos aqueles fatores que se associam, inclusive o sexo, tornando duas pessoas tão intimas a ponto de serem indispensáveis uma a outra?
Minha opinião? O corpo amadurece, a pele enruga, o desejo sexual pode arrefecer primeiro em um dos dois, as vezes, contrapondo-se à aceleração do desejo que afeta ao outro. Pensando assim, concluo que casar é mais do que transar. Onde não há empatia verdadeira, companheirismo e solidariedade recíproca não existe casamento efetivo.
Era exatamente neste ponto da minha percepção pessoal que eu pegava a minha malinha e caía fora...rs. Viver uma farsa? Não para mim.
Casamento é comunhão alcançada dentre as inúmeras divergências que marcam os indivíduos. Menos que isso não vale a pena.
É a minha opinião.
Abraços, minha amiga."